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quinta-feira, 11 de outubro de 2007

O


Desistir ou insistir?
Nem tudo pode ser como queremos. Mas por que então deixamos SER? Se é para cortar o mal pela raiz, talvez o melhor seja evitar os problemas, porque remediá-los é, geralmente, ainda mais desgastante.
Infelizmente, alguns de nós nascem para o amor, e outros não. Morrer por isso é exagero. O ideal é conviver com essa idéia e procurar o lado bom que até “isso” tem (ou deveria ter). Ninguém é melhor ou pior por não saber amar. É, talvez, um pouco menos sortudo. Mas pode canalizar sua energia para outras coisas: emprego, estudos, amigos... O amor é uma simples prisão, que limita nossas escolhas, transforma as nossas vidas e nos prende a outras pessoas (o que pode ser positivo ou não), nada imprescindível à vida humana. Pelo menos eu acho.
Aceitei o desafio e entreguei os pontos. Paradoxal, não? Não! O desafio era esse mesmo: "desistir". Ou "aceitar", como queira.
E, de hoje em diante, sou feliz comigo. Minha felicidade não mais depende de outrem. O que posso fazer é dividi-la, com prazer. Mas “poder” não é “querer”, nem “precisar”. Se tiver que ser, vai ser.
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Quem não consegue ser feliz pode tentar, ao menos, não sofrer.
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"Se que todo va a estar bien
Lo que no se es
Si sobrevivere
Se que todo va a estar bien
Lo que no se es
Si yo me salvare..."
[Pato Fu]

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