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quarta-feira, 23 de julho de 2008

Estrofes.05

Para começar, estou chegando da casa da Janaína. Claro que ninguém é obrigado a saber quem é ela, só que é uma amiga muito especial e pronto. Tivemos um excelente jantar. Conheci a famosa e divertida dona Joana, que fez um feijão tropeiro “delicioso”, como ela mesmo disse.
Conversamos muito, assistimos à novela, vimos vídeos e fotos na internet e rimos muito relembrando fatos familiares. Família é tudo igual mesmo, descobrimos.
Não é puxando saco, mas preciso elogiar! E foi da própria dona Joana que eu ouvi a frase da semana, que vou levar para sempre comigo, enquanto falávamos sobre erros de português e o quanto as “raízes” de cada um influenciam nesse quesito:
Quem tem pai e mãe que soa não vai suar nunca!
Agora, tudo faz sentido.
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Tive um dia cheio. Pela manhã, acompanhei meu irmão mais novo em um tedioso passeio em Contagem. Difícil de chegar, impossível estacionar, e chato até para reclamar.
Pelo menos, a gente riu um pouquinho.
A tarde, cochilei na cama da Raphaella enquanto a Isabella fazia carinho no meu cabelo.
Tudo que eu estava precisando depois desse “conturbado” fim de semana.
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Andei de carro até o combustível quase acabar, para só então abastecer. Só que o posto 24 horas que eu freqüento estava fechado quando eu passei.
Na verdade, estava aceso e tinha frentistas, mas eles estavam sentados tão longe que não achei que estivessem trabalhando, e passei direto. Tentei mais outros três: todos fechados. Acho que, amanhã, terei problemas. Provavelmente, não tenho álcool para chegar nem ao posto mais próximo. Ai, que preguiça.
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Ainda falando sobre o carro, acabo de fazer o que nem o mais torpe dos seres vivos seria capaz de fazer: apertei para os vidros subirem e lembrei que estava deixando a chave lá dentro (a de casa, não a do carro, juro). Até aí, tudo bem. Até aí. Porque, quando eu me dei conta disso, enfiei o braço pela greta que diminuía e, lógico, fiquei preso pelo sovaco (gente, o word não grifa “sovaco”. Ufa! Não ia me sentir bem escrevendo “axila”). Não peguei a chave e quase fiquei sem braço.
E continua doendo.
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Tentei trocar uma blusa hoje numa loja do shopping e a vendedora me aconselhou a “voltar na próxima estação, porque haverá mais opções”. Mentira dela, né?! Loja nenhuma troca roupa de estações passadas por roupa da atual estação! O que eles vão fazer com uma blusa do inverno na primavera? Cortina?

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