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domingo, 17 de janeiro de 2010

Janeiroquatorze

Quinta-feira, 14 de janeiro de 2010 – 18:29

Ontem, seguindo as comemorações pela semana do silêncio, nós tentamos, finalmente, comer os famosos fish tacos do Sunnyside, mas chegamos 45 minutos depois do fechamento da cozinha por vários motivos, dentre os quais eu destaco a dificuldade da Rô em se maquiar suficientemente – só pra ser implicante, beijos. Seguimos o conselho de outros brasileiros e seguimos para uma festa num barzinho aqui perto. Detalhe: logo na entrada, uma placa enorme proibindo – até mesmo – a PERMANÊNCIA de menores de 21 anos. Abstraí a placa, não fraquejei e segui adiante. Meio metro depois da porta, um homem checando os documentos de todos. Saí correndo. Voltei pra fora, apavorado, antes que ele pudesse me ver, e fiquei fazendo companhia para Roberta e Ana, que estavam fumando. Philippe e Fernanda entraram, ficaram alguns minutinhos, saíram dizendo que iam fumar e me deram a certeira de motorista do Philippe. Todo mundo nos confunde e diz que somos parecidos. Estava na hora de isso me trazer alguma vantagem. E, aqui, nos bares, você precisa mostrar identidade pra entrar e pra comprar bebida. Como eu não bebo, se conseguir entrar, pronto. É só ficar quietinho, na minha, que não acontece nada.

E os funcionários de bares e restaurantes daqui não conhecem a carteira de motorista do Brasil. Alguns não encontram a data de nascimento e devolvem sem dizer nada. Outros se perdem tanto que nem vêem a foto. Philippe passou com o passaporte e eu com a carteira de motorista dele numa boa. Quando Philippe tomou multa, o policial pediu a habilitação pra preencher o formulário de multa e, no lugar do número da CNH, pôs o CPF do condutor. No lugar do endereço, pôs o nomes dos pais. E, por aí, vai...

E o barzinho não dava onda nenhuma. Foi divertidíssimo, é claro. Os meninos são ótimos e, agora que a Roberta tem ciúmes (leia-se ciúmes doentios) da Fernanda, os passeios são ainda mais divertidos. Fernanda quer vir pra cá na semana que vem, cozinhar e dormir aqui depois, e Roberta está em tempo de parir uma criança azul de nervosismo com a possibilidade de ver outra qualquer ocupando sua cozinha. Voltando ao barzinho, tirei fotos e mais fotos lá dentro, segurando jarras de cerveja, e até fingindo tomar uma caneca com canudinho, como todo DE MENOR que cabula as leis e quer CHOCAR! Haha.


Hoje, dia 14 de janeiro, foi um dia INESQUECÍVEL por VÁRIOS e VÁRIOS motivos. Mas só vou contar um deles:

Beijos e a gente se vê!

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