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segunda-feira, 1 de março de 2010

Face

Tahoe City, segunda-feira, 1 de março de 2010 – 10:17h

Você é absolutamente patético se gasta mais de uma hora do seu dia refletindo quanto a fazer ou não um perfil no Facebook.

# Porque essa será a única forma de manter contato com os americanos que conheci aqui – ainda que eu não faça muita questão disso, e tenha certeza de que não manterei contato algum!

# Mas, ao mesmo tempo, é mais uma coisa para checar sempre, manter atualizada e etc.

p.s.: não consigo mexer meu pescoço desde o tombo de ontem.

p.s.2: pronto. Fiz um facebook!

Um comentário:

  1. Belo Horizonte, terça-feira, 02 de Março de 2010 - 04:45h

    Do you believe?
    Não costumo ser de confetes ou cordialismo, como sabe, nasci com a lingua bifurcada. Sou uma cobra. Outro dia em uma calorosa discussão perguntei aos presentes "Por um acaso eu deixo de falar mal de alguém?". Este sou eu.

    E daí Bozena?

    Tenho que admitir um hábito. Ultimamente, quase todas as noites antes de dormir leio o seu blog. Seus textos me dão sono? Talvez.

    (desculpe, sou um ofídio.)

    A bem da verdade é que seu blog tem gosto. Sabor. Sinto cada palavra como um pedaço de sorvete. Sorvete do lado da Feira dos Produtores regado a bafões do cotidiado. Nas frases vejo você falando.

    Agora os paragrafos tem o gostinho da maionese esverdeada de um sandubão de qualidade duvidosa na Av. Contagem... com batata palha, milho e muito bafo.

    As piadinhas, vale dizer, são como pizza. Muita pizza. Ao fundo Cher. Óbvio.

    Não somos amigos a séculos, mas enfim, leio os seus textos com certo banzo. O tempo que estivemos mais próximos foi fantástico. Hilário. Não sinto falta do Guilherme, nada contra, mas ele só fazia dormir.

    (sorry, peçonha)

    Imagino que um sem número de pessoas devem estar relatando saudades de vc, mas não podia deixar de escrever-lhe dizendo que sua acidez faz falta até para aqueles não tão próximos.

    Não podia deixar de escrever relatando todos os sabores.

    Não podia passar por esses três meses sem contato para que até mesmo as serpentes sentem saudades.

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