Páginas

sábado, 19 de março de 2011

Intex®

Eu gosto de lembrar você. Sei que isso não te traz de volta e só prolonga essa interfase quase eterna, mas eu gosto. Ainda ouço a nossa música revivendo mentalmente os bons momentos juntos e, surpreendentemente, ouço mais uma vez quando termina. Chegou finalmente o momento em que tudo não passa de boas lembranças. Por mais que o fim seja letra morta, é bobagem fingir que foi fácil. Passou, mas doeu muito. E foi exatamente como a experiência disse que seria: no começo, dói bastante e você sente que não vai agüentar, a raiva vira saudade e, depois, tudo vira um emaranhado de boas lembranças, porque é isso o que deixam as pessoas que passam pelas nossas vidas... E foi isso o que ficou. Além do aprendizado e do “será que você também sente isso?”, inevitável e intransponível!
Lembrar é ser feliz outra vez. E é impossível deitar num colchão de ar e não me lembrar de você...

Nenhum comentário:

Postar um comentário