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domingo, 27 de maio de 2012

Love and other Disasters


Tenho um novo filme favorito e, dele, retirei meu diálogo predileto, que vou imprimir, levar sempre comigo e ler todos os dias, como uma oração ou uma alforria.
Como um mantra.

- Você vai mesmo ficar bem?
- Não sou criança, vou ficar bem.
- Eu me preocupo com você.
- Preocupa-se com todo mundo.
- Eu me preocupo mais com você. Não quero que acabe sozinho.
- Nem eu. E pare de ser dramática!
- Então pare de viver sua vida como se estivesse num filme.
- Como?
- Pare de idealizar seu amor em vez de encontrá-lo.
- Quando encontrar, saberei.
- Não tenho certeza. O amor não é sempre como um raio, às vezes é só uma escolha.
- É fácil para você dizer. Vai pra Argentina se encontrar com o amor da sua vida!
- Não sei se Paolo é o amor da minha vida... eu apenas decidi dar a ele a chance de ser. Talvez o amor verdadeiro seja uma decisão. Decisão de correr um risco com alguém. Dar-se, sem se preocupar se vão dar algo em troca ou magoar você ou se é a pessoa certa. Talvez o amor não seja algo que aconteça com você, talvez seja algo que você precise escolher.
- Então, o que eu devo fazer?
- Talvez deva começar pondo suas fantasias sobre amor verdadeiro no lugar delas... em seu trabalho de ficção.

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